COMER, APRENDER e VIVER

Escrito em Tags: , , , , , , , , , , .

   

Olá Mundo Eco! Esta é a minha nova coluna aonde falo sobre assuntos relacionados com Comidas e Bem- Estar. Sem pretensão, pois eu não sou chef de cozinha e meu trabalho não é dentro da indústria alimentícia, nem em serviços de bem-estar, apesar de ter trabalhado durante alguns anos com culinária macrobiótica, e com beleza enquanto morava em Nova York. Sou formada em Moda e tenho a minha linha de jóias Lillot. Estudei e morei no Japão e nos EUA no decorrer de 11 anos, além de ter crescido no centro de São Paulo.

O meu interesse pela comida vai além de receitas providas por sites, experimentos domésticos e muitas visitas a restaurantes e cafés (mas isso não quer dizer que você não vá encontrar tudo isso aqui também ; )! ). Ele tem se expandido cada vez mais para o conhecimento dos alimentos que se põe no nosso corpo, na investigação de como os alimentos são produzidos, industrializados e quais são os efeitos na nossa saúde ao longo do tempo.

E para te introduzir neste universo, há inúmeros documentários lançados como o Alimentos S.A. e O Mundo segundo a Monsanto, mas acho que o colunista da New York Times, Mark Bittman, fala super bem do que está errado com o que comemos, e por que cozinhar .

Olha que bacana e, ah, clique no “view subtitles” para ativar a legenda em português ou em qualquer outra língua de sua preferência:

 

Meu primeiro trabalho em Nova York foi num restaurante natural/macrobiótico/semi-vegetariano/kosher no bairro Upper West Side em Manhattan chamado Ozu. Era um universo completamente alienígena para quem cresceu indo a churrascarias! E como qualquer pessoas que cresceu numa dieta carnívora, já ia com aquele ceticismo de que uma comida vegetariana não seria tão saborosa. Minha conclusão após experimentar pratos dali e de vários outros restaurantes  e partes do mundo é de que se há um compreendimento dos sabores e ingredientes, uma comida vegetariana é fantástica e muito sofisticada. Além disso, não há comparação na sensação de bem-estar após a refeição.

Há muitas variações de como montar o seu “macro-prato”, uma refeição super equilibrada e completa, com tudo o que seu corpo necessita. À primeira vista, um prato rústico e simples. E fui apenas experimentá-lo após ver como a demanda dele no restaurante era grande. Pensava comigo: “Mas o que tem de tão especial esse prato tão insípido?! ” Quando o prato chegou, fui provando item por item. Arroz integral (o de grão curto que fica grudadinho), legumes (abóbora kabocha, cenoura e batata doce tipo yam), feijão e hijiki (uma alga marinha de cor preta, estreita e curta). A ausência de um molho faz com que os sabores de cada um desses items sejam valorizados, mas resolvi provar um molho à base de beterraba e maionese de soja que fez a mágica no prato como um todo. Voilá! Meu prato favorito!

Quer que eu mostre todos os passos na construção deste prato?

Escrevam seus comentários e dicas para cozinha@lillotnyc.com.

Um super fim-de-semana para todos!!!

mua! @lillot