Foram 34 apresentações, muitos looks, e se tratando de moda consciente, algumas novidades aparaceram nas passarelas do Fashion Rio.
A grife carioca Totem, que para essa coleção teve consultoria de Simone Nunes, trouxe bolsas e chapéus feitos de crochê de fitas de plástico reciclado.
Melk Z Da usou da técnica de upcyling e transformou tapetes antigos em roupas.

O estilista Lucas Nacimento preferiu a cortiça que , além de chic, é sustentável pois é uma camanda delicada da árvore que na sua retirada, não agride sua morfologia.
A marca Têca, apresentou uma coleção com ispiração em Natal, e usou patchwork de rendas se bilro , típicas do nosso artesanato.
A Redley acertou em estilo e reciclagem no seu upcylcing. Usou velas de windsurf para produzir bolsas e mochilas para seu desfile no Fashion Rio.
A Andrea Marques usou madeira de demolição nas suas bijus

A British Colony voltou ao line up e mostrou uma coleção alinhada com nossos tempos. Usou um tecido misto de algodão orgânico e elastano, o Fine Sixty da tecelagem Lunelli.

E finalizando a temporada, que deu o ponta pé inicial no verão 2010/11, Isabela Capeto
trabalhou com o Instituto Realice que fez a base das bolsas com folhagens de bananeira.

Claro que a moda sustentável ainda é tímida nas passarelas, mas a cada evento oficial, cabe a nós, formadores de opinião, jornalistas e consumidores, a função de apoiar e incentivar essas práticas de moda consciente.
bjs
Chiara



